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ROTEIRO DE AULA PRÁTICA – GERAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE VAPOR

Unidade U1 – Introdução à geração de potência

Aula: Ciclo Rankine

Objetivos

  • Compreender o mecanismo da combustão de combustíveis;
  • Determinar teoricamente o poder calorífico do biodiesel;
  • Relacionar a composição química do combustível ao calor liberado na combustão.

Solução Digital

Utilizar o MS Excel para criação de planilhas de cálculo do calor de combustão e propriedades do biodiesel.

Procedimentos Práticos

Atividade

Determinação teórica do poder calorífico de um biodiesel hipotético.

Desenvolvimento

Criar uma planilha contendo:

  • composição dos ácidos graxos;
  • massas molares;
  • número de ligações químicas;
  • coeficientes estequiométricos da combustão.

Inserir fórmulas para cálculo da massa molar média do biodiesel utilizando a composição percentual dos componentes. Após preencher a composição da mistura, obter a massa molar média do combustível.

Em seguida, calcular:

  • calor de formação dos componentes;
  • energia de ligação;
  • calor de combustão de cada ácido graxo.

Por fim, determinar o poder calorífico total do biodiesel em diferentes temperaturas, como:

  • 25°C;
  • 600°C;
  • outras temperaturas solicitadas.

Avaliação

Responder:
a) Por que o poder calorífico apresenta sinal negativo?
b) Determinar o poder calorífico a 25°C, 800°C e 1200°C;
c) Converter os valores de kJ/mol para kJ/kg utilizando a massa molar média;
d) Determinar a energia liberada caso o biodiesel seja composto por apenas um ácido graxo;
e) Comparar o poder calorífico do biodiesel com combustíveis sólidos e gasosos;
f) Comparar os resultados com dados da literatura.

Checklist

  • Conferir separador decimal do Excel;
  • Verificar ligações químicas e coeficientes estequiométricos;
  • Confirmar se a soma da composição resulta em 100%;
  • Conferir sinais dos calores de formação.

Resultados Esperados

Os alunos deverão compreender:

  • o processo de combustão;
  • a influência da composição química no poder calorífico;
  • a aplicação de cálculos termoquímicos em combustíveis.

ROTEIRO DE AULA PRÁTICA – GERAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE VAPOR

Unidade U3 – Geração de vapor: equipamentos

Aula: Caldeiras Flamotubulares

Objetivos

  • Elaborar um relatório operacional para casa de caldeiras;
  • Compreender a importância do controle operacional em sistemas de vapor.

Solução Digital

Uso do MS Excel para criação de planilhas e formulários operacionais.

Procedimentos Práticos

Atividade

Elaboração de uma folha de operação para caldeiras.

Desenvolvimento

Criar um relatório contendo:

  • data;
  • nome do operador;
  • turno;
  • equipamentos avaliados;
  • serviços executados;
  • período;
  • status das atividades;
  • ocorrências observadas.

O relatório deve possuir:

  • Cabeçalho com identificação das caldeiras e data;
  • Tabela de serviços executados;
  • Condições de funcionamento;
  • Campo de observações e assinaturas.

O objetivo é registrar informações operacionais para consulta entre operadores e supervisores, conforme exigências da NR-13.

Avaliação

Entregar:

  • folha operacional preenchida;
  • texto conclusivo sobre a atividade.

Checklist

  • Conferir preenchimento de todos os campos;
  • Verificar descrição adequada dos serviços.

Resultados Esperados

Os alunos deverão compreender:

  • a importância do controle operacional;
  • a documentação de inspeções;
  • o acompanhamento de atividades em casas de caldeiras.

ROTEIRO DE AULA PRÁTICA – GERAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE VAPOR

Unidade U4 – Equipamentos, controle e segurança

Aula: Dispositivos de controle e segurança

Objetivos

  • Desenvolver um controlador PID para nível de água;
  • Compreender sistemas de instrumentação e controle.

Solução Digital

Utilização do software Scilab/Xcos para simulação de controle de processos.

Procedimentos Práticos

Atividade

Simulação do controle de nível de água em um tanque.

Desenvolvimento

No Scilab/Xcos:

  • Inserir função degrau (“STEP_FUNCTION”) para representar mudança de nível;
  • Configurar parâmetros da função;
  • Adicionar função de transferência (“CLR”);
  • Inserir painel gráfico (“CMSCOPE”) e comando “CLOCK”;
  • Conectar os elementos do sistema;
  • Executar a simulação inicial do nível de água.

Após isso:

  • adicionar controlador PID;
  • inserir bloco de soma (“SUMMATION”);
  • realizar controle por retroalimentação.

Testar diferentes valores de:

  • P (proporcional);
  • I (integral);
  • D (derivativo),

observando estabilidade, oscilações e tempo de resposta do sistema.

Avaliação

Responder:
a) O que ocorre quando o nível desejado passa para 2 m?
b) Como a alteração da função de transferência afeta o sistema?
c) O que acontece ao substituir o degrau por uma entrada senoidal?

Checklist

  • Abrir corretamente o Scilab/Xcos;
  • Criar os diagramas conforme orientações;
  • Salvar diferentes versões do projeto;
  • Comparar os gráficos obtidos.

Resultados Esperados

Os alunos deverão:

  • aplicar conceitos de instrumentação e controle;
  • compreender o funcionamento de controladores PID;
  • analisar estabilidade e resposta dinâmica de sistemas.

Entrega

Enviar arquivo em Word contendo:

  • respostas das questões;
  • gráficos obtidos;
  • conclusão final;
  • referências em padrão ABNT, quando necessário.

RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA -GERAÇÃO E DISTRIBUIÇÃO DE VAPOR

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